sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
se Portugal tivesse mar.
Da crónica de João Quadros no Negócio On-Line:
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti... Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras...
fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras.
Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.
muito bom, gostei!
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti... Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras...
fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras.
Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.
muito bom, gostei!
sábado, 14 de abril de 2012
Deixa-me acreditar
Antes, podia viver de aparências, manipulado pelos valores e critérios que me eram impostos.
Agora, posso ver as coisas com os olhos de Deus.
A Fé em Jesus ressuscitado muda tudo. Muda a maneira de viver e agir. Muda os meus critérios e as prioridades. Muda os valores e os projectos.
Jesus usa um trocadilho: a palavra "vento" pode ser apenas ar em movimento mas pode ser também o Espírito Santo.
o Espírito santo sopra onde quer. Ele leva-nos para estradas nunca antes pensadas. O Espírito de Deus e os seus projectos de amor são bem maiores do que os nossos preconceitos ou esquemas.
A Sabbedoria está em abrir o coração generosamnete ao imprevisto de Deus.
Agora, posso ver as coisas com os olhos de Deus.
A Fé em Jesus ressuscitado muda tudo. Muda a maneira de viver e agir. Muda os meus critérios e as prioridades. Muda os valores e os projectos.
Jesus usa um trocadilho: a palavra "vento" pode ser apenas ar em movimento mas pode ser também o Espírito Santo.
o Espírito santo sopra onde quer. Ele leva-nos para estradas nunca antes pensadas. O Espírito de Deus e os seus projectos de amor são bem maiores do que os nossos preconceitos ou esquemas.
A Sabbedoria está em abrir o coração generosamnete ao imprevisto de Deus.
sábado, 24 de março de 2012
http://sorisomail.com/email/224587/the-codice--a-injeccao-da-banca.html
QUIM BARREIROS
A INJECÇÃO NA BANCA !
UMA DELÍCIA!
http://sorisomail.com/email/224587/the-codice--a-injeccao-da-banca.html
este vale a pena ver
A INJECÇÃO NA BANCA !
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sexta-feira, 23 de março de 2012
A memória dos Povos não deve ser curta...
A memória dos Povos não deve ser curta...
A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre
pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em
default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro
para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia
actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram
em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O
dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela
França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no
pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA),
de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil
milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto
na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia,
a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a
Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a
Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA
e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à
Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra
e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às
empresas.
Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer
pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido
invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar
no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que
se encontrava.
Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162
mil milhões de euros sem juros.
Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios
bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos
causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército
alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38
960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil
em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome).
Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor
incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas
financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender
terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector
público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas,
defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef
Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois
responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no
Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
"Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus
credores", disseram ao jornal "Bild".
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um
comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou
recentemente à "Spiegel" que a Alemanha foi o pior país devedor do século
xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a
dívida grega de hoje parecer insignificante.
"No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há
memória", afirmou. "Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram
quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda
Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje
detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente,
parece esquecido", sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha
desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e
depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações
ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade
económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que
seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se
desconte o que a Grécia deve actualmente.
Sérgio Soares
jornalista
A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre
pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em
default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro
para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia
actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram
em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O
dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela
França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no
pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA),
de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil
milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto
na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia,
a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a
Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a
Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA
e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à
Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra
e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às
empresas.
Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer
pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido
invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar
no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que
se encontrava.
Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162
mil milhões de euros sem juros.
Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios
bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos
causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército
alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38
960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil
em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome).
Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor
incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas
financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender
terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector
público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas,
defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef
Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois
responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no
Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
"Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus
credores", disseram ao jornal "Bild".
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um
comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou
recentemente à "Spiegel" que a Alemanha foi o pior país devedor do século
xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a
dívida grega de hoje parecer insignificante.
"No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há
memória", afirmou. "Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram
quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda
Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje
detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente,
parece esquecido", sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha
desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e
depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações
ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade
económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que
seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se
desconte o que a Grécia deve actualmente.
Sérgio Soares
jornalista
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Oração Motar da Pastoral da Mobilidade Humana do Pico Pe. Areias
SENHOR, que a Senhora das Candeias seja o farol, que ilumine a minha vida com a luz de vossos ensinamentos e que as luzes indicadoras de direcção sejam o sentido a tomar, direita ou esquerda; e nunca mais saia do caminho certo, pois Tu és o Caminho a Verdade e a Vida.
Senhor, cada vez que subo numa moto sinto a liberdade e ao mesmo tempo, tenho medo de encontrar-Te num destes caminhos perplexos do mundo, que um dia TE encontre no Monte da minha transfiguração.
Mas, Senhor, não quero perder a minha vida num destes momentos. Quero que o guiador da minha moto esteja sempre firme nas minhas mãos, com a ajuda da Senhora das Dores.
Perdoa-me Senhor, tal como perdoaste a Maria Madalena, se por vezes abuso da liberdade que me deste e corro alucinado, ou me perco em emoções na velocidade, em busca de respostas...
Como sou frágil diante da natureza, e ao mesmo tempo sinto-me forte e dono de mim, quando estou numa moto. Que tenha a coragem de levar a Bandeira da tua Palavra a todos os homens.
Senhor, que o capacete que me protege a cabeça, seja a segurança de que preciso, e que São Roque, seja a minha protecção permanente.
Por intermédio da Senhora da Ajuda, cada dia eu possa sentir a Tua presença na brisa que recebo no rosto, na velocidade e na superação de meus próprios limites, na responsabilidade da vida que me deste. Quero sentir Tua presença protectora e amiga, pois sei que estás comigo como meu pendura.
SENHOR, fazei que o condutor da minha moto, sejam os teus braços, que segure firme o guiador para não cair em maus caminhos, com a ajuda de Santo Amaro.
SENHOR, fazei que nos espelhos retrovisores eu veja os meus próprios erros, para emendar-me deles, e amar-vos cada vez mais.
SENHOR, no lugar da gasolina colocai a água viva oferecida á samaritana, para que nunca mais venha a ter sede das necessidades deste mundo.
Senhor que o assento da moto não venha acomodar-me na vida; dai-me forças para permanecer em pé e vá ao vosso encontro.
Protege, Senhor, as nossas vidas e acolhe junto de Vós os companheiros que já partiram, que eles possam viver as alegrias de estarem Convosco, que nós tenhamos a esperança de um dia também encontrar-Vos.
Protege, Senhor BOM JESUS, por intermédio de Nossa Senhora, as nossas motos, as nossas vidas, os nossos caminhos, para que na certeza da Tua presença, possamos dar-Te glória e louvor, para sempre, amém.
Senhor que nesta via-sacra, possamos ser teus evangelizadores. AMÉM!
Senhor, cada vez que subo numa moto sinto a liberdade e ao mesmo tempo, tenho medo de encontrar-Te num destes caminhos perplexos do mundo, que um dia TE encontre no Monte da minha transfiguração.
Mas, Senhor, não quero perder a minha vida num destes momentos. Quero que o guiador da minha moto esteja sempre firme nas minhas mãos, com a ajuda da Senhora das Dores.
Perdoa-me Senhor, tal como perdoaste a Maria Madalena, se por vezes abuso da liberdade que me deste e corro alucinado, ou me perco em emoções na velocidade, em busca de respostas...
Como sou frágil diante da natureza, e ao mesmo tempo sinto-me forte e dono de mim, quando estou numa moto. Que tenha a coragem de levar a Bandeira da tua Palavra a todos os homens.
Senhor, que o capacete que me protege a cabeça, seja a segurança de que preciso, e que São Roque, seja a minha protecção permanente.
Por intermédio da Senhora da Ajuda, cada dia eu possa sentir a Tua presença na brisa que recebo no rosto, na velocidade e na superação de meus próprios limites, na responsabilidade da vida que me deste. Quero sentir Tua presença protectora e amiga, pois sei que estás comigo como meu pendura.
SENHOR, fazei que o condutor da minha moto, sejam os teus braços, que segure firme o guiador para não cair em maus caminhos, com a ajuda de Santo Amaro.
SENHOR, fazei que nos espelhos retrovisores eu veja os meus próprios erros, para emendar-me deles, e amar-vos cada vez mais.
SENHOR, no lugar da gasolina colocai a água viva oferecida á samaritana, para que nunca mais venha a ter sede das necessidades deste mundo.
Senhor que o assento da moto não venha acomodar-me na vida; dai-me forças para permanecer em pé e vá ao vosso encontro.
Protege, Senhor, as nossas vidas e acolhe junto de Vós os companheiros que já partiram, que eles possam viver as alegrias de estarem Convosco, que nós tenhamos a esperança de um dia também encontrar-Vos.
Protege, Senhor BOM JESUS, por intermédio de Nossa Senhora, as nossas motos, as nossas vidas, os nossos caminhos, para que na certeza da Tua presença, possamos dar-Te glória e louvor, para sempre, amém.
Senhor que nesta via-sacra, possamos ser teus evangelizadores. AMÉM!
sábado, 10 de março de 2012
VIA-SACRA MOTARD da Ilha do Pico dia 18 de março

VIA-SACRA MOTARD da Ilha do Pico
Dia 18 de Março (IV Domingo da Quaresma)
O Serviço da Pastoral da Mobilidade Humana, convida todos os que queiram participar neste evento.
Programa:
1ª Candelária - 13h00
2ª Monte – 13h20
3ª Criação Velha – 13hh40
4ª Matriz Madalena – 14h00
5ª Bandeiras – 14h20
6ª Matriz São Roque – 15h00
7ª Praínha de Cima – 15h20
8ª Santo Amaro – 15h40
9ª Ribeirinha – 16h10
10ª Pontas Negras – 17h00
11ª Matriz Lajes – 17h15
12ª São João - 17h35
13ª Terra do Pão – 17h55
14ª São Caetano – 18h10
15º Santuário São Mateus - 18h30
Pedimos a todos os condutores que providenciem o respeito e conduzam com atenção, tendo em conta este acontecimento.
Desejamos a todas as pessoas uma Boa e Santa Páscoa.
O Representante da Pastoral da Mobilidade Humana
Pe. Paulo Areias
sábado, 28 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Aos amigos

Caros amigos:
Vejo por este meio desejar um bom dia de amigos.
Lamento o palavreado mas, aqueles que me consideram amigo, podem bem contar com esta linguagem... Sem enredos nem guião...e viva o porto carago!
Há três grandes tipos de amigos:
· Amigo simples;
· Amigo verdadeiro e...
· Amigo do quer alho...
1 - Um amigo simples, procura-te para conversar sobre os seus
próprios problemas.
2 - Um amigo verdadeiro, procura-te para te ajudar com os teus problemas...
3 - Um Amigo do quer alho, procura-te, ajuda-te com os teus problemas,
dá-te dois cachaços e ainda te leva para noite e paga-te os copos!
1 - Um amigo simples ou simples amigo, quando vai a tua casa, age como
uma visita...
2 - Um amigo verdadeiro abre o frigorífico e serve-se sozinho...
3 - Um Amigo do quer alho abre o frigorífico, serve-se sozinho e ainda
refila porque não há o que ele queria!
1 - Um simples amigo pensa que a amizade acabou depois de uma discussão...
2 - Um amigo verdadeiro sabe que não há amizade enquanto não houver
uma discussão...
3 - Um Amigo do quer alho, chateia-te a cabeça, enxota o teu cão, mas
está tudo bem!
1 - Um simples amigo espera que estejas sempre lá para ele...
2 - Um amigo verdadeiro espera sempre estar lá pra ti...
3 - Um Amigo do quer alho espera por ti mais de duas horas até ficar chateado.
Vai à tua casa... Dá-te na corneta. Volta a enxotar o teu cão e
manda-te pró quer alho. Mas está tudo bem na mesma!
Passa esta mensagem para qualquer pessoa de quem simplesmente
gostes... de quem verdadeiramente gostes... ou de quem gostes comó
quer alho...
E já agora: não me venham chatear com essa treta de um próspero ano novo.
Próspero como o quer alho!
Com aqueles bastardos???...macons\\\
E chamo-lhes bastardos para não lhes chamar filhos da..., do
Pinócrates, do Passinhos emigrante, do pantomineiro de Boliqueime,
BPN, BPP, submarinos, Freeport, Lusoponte, PT, REN, EDP, etc.... etc.... etc. etc....
Não me venham dizer que vamos ter um PRÓSPERO ANO NOVO, a menos que me
digam que esta corja vai ser exportada para Islândia e que vão todos
aquecer o cú naquele vulcão que tem um nome complicado.
E pronto.
Agora, votos de um Ano Novo, com muita saúde,
sem o FMI e com algum dinheirinho para os gastos!!!
Tenho dito!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
PERIGO!!!!!!!
PERIGO!!!!!!!
Só faltava esta!... E tanta gente a usá-los!...
Limito-me a reencaminhar!
Ímanes no frigorífico!!!
PERIGOSO
Pesquisadores da Universidade de Princeton descobriram uma coisa terrível.
Durante doze meses foram alimentando dois grupos de ratos: um grupo
com os alimentos armazenados num frigorífico, e a outra com os
alimentos armazenados no frigorífico, mas com vários ímanes
decorativos na porta.
O objectivo do estudo foi o de ver como o electromagnetismo afectava
ou não os alimentos.
Surpreendentemente, após rigorosos estudos clínicos concluíram que no
grupo de ratos que comeram alimentos irradiados pelos ímanes foi de
87% maior a possibilidade de contraírem cancro.
Passem esta informação. Todos os ímanes na porta do frigorífico são
prejudiciais. São letais.
É perigoso brincar com as forças da natureza.
Se tem um ímanes, deves retirá-los rapidamente e pô-los afastados de
qualquer alimento.
(J.A.M.A. - Journal of the American Medical Association, Out.2010, pg. 112)
Só faltava esta!... E tanta gente a usá-los!...
Limito-me a reencaminhar!
Ímanes no frigorífico!!!
PERIGOSO
Pesquisadores da Universidade de Princeton descobriram uma coisa terrível.
Durante doze meses foram alimentando dois grupos de ratos: um grupo
com os alimentos armazenados num frigorífico, e a outra com os
alimentos armazenados no frigorífico, mas com vários ímanes
decorativos na porta.
O objectivo do estudo foi o de ver como o electromagnetismo afectava
ou não os alimentos.
Surpreendentemente, após rigorosos estudos clínicos concluíram que no
grupo de ratos que comeram alimentos irradiados pelos ímanes foi de
87% maior a possibilidade de contraírem cancro.
Passem esta informação. Todos os ímanes na porta do frigorífico são
prejudiciais. São letais.
É perigoso brincar com as forças da natureza.
Se tem um ímanes, deves retirá-los rapidamente e pô-los afastados de
qualquer alimento.
(J.A.M.A. - Journal of the American Medical Association, Out.2010, pg. 112)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
"Europa trocou crucifixos por abóboras!"
"Europa trocou crucifixos por abóboras!"
O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, lamentou que a Europa do terceiro milénio troque os seus “símbolos mais queridos” pelas “abóboras” do Halloween. O número dois do Vaticano comentava assim, em 2009, a decisão do Tribunal Europeu de Direitos do Homem, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos e como contrária ao direito dos pais em educarem os filhos segundo as suas convicções.
Claro que, subjacente à expansão do Halloween, está o tentar ofuscar a celebração de “Todos os Santos”: o ofuscar da Luz, da Vida, da Ressurreição, de Deus!
Celebrar o Halloween é celebrar a morte; Celebrar Todos os Santos é celebrar a Vida!
No contexto de campanhas publicitárias da promoção da festa de Halloween, de cada vez mais agressivas, a Conferência Episcopal da França, já no distante ano de 2003, publicou um comunicado para explicar o sentido da festa de "Todos os Santos" e do "Dia dos fiéis Defuntos".
Com a Festa de 1 de Novembro, dia de “Todos os Santos”, a Igreja deseja «honrar os santos “anónimos”, muito mais numerosos que os canonizados pela Igreja, que com frequência viveram na discrição ao serviço de Deus e de seus contemporâneos”, recorda o texto. Neste sentido, declaram os bispos, a Festa de "Todos os Santos" é a festa de «todos os baptizados, pois cada um está chamado por Deus à santidade». Constitui, portanto, um convite a «experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas».
A 2 de Novembro, dia de oração pelos defuntos, é proposta uma prática que se iniciou com os primeiros cristãos: a ideia de convocar uma jornada especial de oração pelos falecidos, continuação de "Todos os Santos", surgiu no século X: "A 1 de Novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos; no dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram», afirma o documento.
Deste modo, a Igreja quer dar a entender que «a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado»". Isto explica as flores com que nestes dias se adornam os túmulos, «sinal de vida e de esperança», concluem os prelados.
Tradição das Crianças
A tradição diz que, em Portugal, no dia de Todos os Santos as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o «Pão por Deus» de porta em porta. Em tempos, as crianças, quando pediam o «Pão por Deus», recitavam versos e recebiam como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocavam dentro dos seus sacos de pano. É costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.
E o Halloween? A festa de «Halloween» chegou dos Estados Unidos da América, e é agora muito celebrada também na Europa, assinalando-se a 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos povos bárbaros Celtas, que habitava a Grã-Bretanha há mais de 2000 anos. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, para eles os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Então, os Celtas costumavam vestir-se com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas e outros povos da Ilha e a Igreja Católica transformou este ritual pagão numa festa religiosa, passando a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado deveria honrar os santos.
A tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o "Dia de Todos os Santos", os não convertidos ao Cristianismo celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”; abreviando-se, veio o Halloween.
Que nós, cristãos, celebremos a Vida e não a Morte, não nos deixando enganar e seduzir pela cultura da morte dos que vivem sem Deus!
O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, lamentou que a Europa do terceiro milénio troque os seus “símbolos mais queridos” pelas “abóboras” do Halloween. O número dois do Vaticano comentava assim, em 2009, a decisão do Tribunal Europeu de Direitos do Homem, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos e como contrária ao direito dos pais em educarem os filhos segundo as suas convicções.
Claro que, subjacente à expansão do Halloween, está o tentar ofuscar a celebração de “Todos os Santos”: o ofuscar da Luz, da Vida, da Ressurreição, de Deus!
Celebrar o Halloween é celebrar a morte; Celebrar Todos os Santos é celebrar a Vida!
No contexto de campanhas publicitárias da promoção da festa de Halloween, de cada vez mais agressivas, a Conferência Episcopal da França, já no distante ano de 2003, publicou um comunicado para explicar o sentido da festa de "Todos os Santos" e do "Dia dos fiéis Defuntos".
Com a Festa de 1 de Novembro, dia de “Todos os Santos”, a Igreja deseja «honrar os santos “anónimos”, muito mais numerosos que os canonizados pela Igreja, que com frequência viveram na discrição ao serviço de Deus e de seus contemporâneos”, recorda o texto. Neste sentido, declaram os bispos, a Festa de "Todos os Santos" é a festa de «todos os baptizados, pois cada um está chamado por Deus à santidade». Constitui, portanto, um convite a «experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas».
A 2 de Novembro, dia de oração pelos defuntos, é proposta uma prática que se iniciou com os primeiros cristãos: a ideia de convocar uma jornada especial de oração pelos falecidos, continuação de "Todos os Santos", surgiu no século X: "A 1 de Novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos; no dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram», afirma o documento.
Deste modo, a Igreja quer dar a entender que «a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado»". Isto explica as flores com que nestes dias se adornam os túmulos, «sinal de vida e de esperança», concluem os prelados.
Tradição das Crianças
A tradição diz que, em Portugal, no dia de Todos os Santos as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o «Pão por Deus» de porta em porta. Em tempos, as crianças, quando pediam o «Pão por Deus», recitavam versos e recebiam como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocavam dentro dos seus sacos de pano. É costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.
E o Halloween? A festa de «Halloween» chegou dos Estados Unidos da América, e é agora muito celebrada também na Europa, assinalando-se a 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos povos bárbaros Celtas, que habitava a Grã-Bretanha há mais de 2000 anos. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, para eles os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Então, os Celtas costumavam vestir-se com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas e outros povos da Ilha e a Igreja Católica transformou este ritual pagão numa festa religiosa, passando a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado deveria honrar os santos.
A tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o "Dia de Todos os Santos", os não convertidos ao Cristianismo celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”; abreviando-se, veio o Halloween.
Que nós, cristãos, celebremos a Vida e não a Morte, não nos deixando enganar e seduzir pela cultura da morte dos que vivem sem Deus!
sábado, 29 de outubro de 2011
E haja luz...
Por causa deste erro fatal... quantos "pecados" não têm sido cometidos ao longo dos séculos! Pobres monges, afinal...
Um jovem noviço chegou ao mosteiro e logo lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja. Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam o seu trabalho, copiando a partir de cópias e não dos manuscritos originais.
Foi falar com o velho abade e sugeriu que, se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores. O abade lhe respondeu que há séculos copiavam da cópia anterior, mas que achava procedente a observação do noviço.
Na manhã seguinte, o abade desceu até às profundezas do porão do mosteiro, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais, intocados há muitos séculos.
Passou-se a manhã, a tarde e a noite, sem que o abade desse sinal de vida.
Preocupado, o jovem noviço decidiu descer e ver o que estava acontecendo. Encontrou o velho abade completamente descontrolado, com as vestes rasgadas,
batendo com a cabeça ensangüentada nos veneráveis muros do mosteiro.
Espantado, o jovem monge perguntou:
- Abade, o que aconteceu?
- Aaaaaaaahhhhhhhhhh!!!... CARIDADE... era CARIDADE! Eram votos de "CARIDADE" que tínhamos que fazer... e não de "CASTIDADE"!!!
Um jovem noviço chegou ao mosteiro e logo lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja. Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam o seu trabalho, copiando a partir de cópias e não dos manuscritos originais.
Foi falar com o velho abade e sugeriu que, se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores. O abade lhe respondeu que há séculos copiavam da cópia anterior, mas que achava procedente a observação do noviço.
Na manhã seguinte, o abade desceu até às profundezas do porão do mosteiro, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais, intocados há muitos séculos.
Passou-se a manhã, a tarde e a noite, sem que o abade desse sinal de vida.
Preocupado, o jovem noviço decidiu descer e ver o que estava acontecendo. Encontrou o velho abade completamente descontrolado, com as vestes rasgadas,
batendo com a cabeça ensangüentada nos veneráveis muros do mosteiro.
Espantado, o jovem monge perguntou:
- Abade, o que aconteceu?
- Aaaaaaaahhhhhhhhhh!!!... CARIDADE... era CARIDADE! Eram votos de "CARIDADE" que tínhamos que fazer... e não de "CASTIDADE"!!!
para chorar....
Esta letra é de morrer... bem haja a quem a escreveu. Ainda há patriotas neste pobre país...
NOVO HINO NACIONAL
É para cantar de pé e de cabeça descoberta!
NOVA LETRA DO HINO NACIONAL
Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar!
NOVO HINO NACIONAL
É para cantar de pé e de cabeça descoberta!
NOVA LETRA DO HINO NACIONAL
Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar!
domingo, 2 de outubro de 2011
para pensar
Santos excluídos dos nomes das escolas
Publicado na Sexta-Feira, dia 04 de Janeiro de 2008, em Opinião
Sílvio Couto
Segundo o Ministério da Educação – pelo decreto-lei n.º 299/2007 de 22 de Agosto – as escolas básicas e secundárias deixarão de ter como nome identificativo qualquer santo ou santa, mesmo que seja a da denominação da freguesia. Ora acontecendo que, em Portugal, mais de trinta por cento das freguesias têm na sua denominação o nome de um santo ou de uma santa, o assunto parece que vai ser de difícil prossecução.
O decreto-lei, sobre a escolha do nome da escola, diz: «deve criar-se designações com que as comunidades educativas se identifiquem e que sejam facilitadoras da elaboração de cartas educativas, tratamento estatístico e da aplicação das novas tecnologias». Assim o patrono de cada escola deve ser «uma personalidade de reconhecido valor, que se tenha distinguido na região no âmbito da cultura, da ciência ou educação, podendo ainda ser alusivas à memória da expansão portuguesa, à antiga toponímia ou a características geográficas ou históricas do local onde se situam os estabelecimentos de ensino».
Será que alguns dos nossos santos não perfazem muitas destas características? Então, Santo António não é uma personalidade de reconhecido valor mundial? Santa Isabel ou Santa Clara não têm impacto em Coimbra? São Pedro ou São João não envolvem mais do que festejos em tantas e tantas das freguesias, vilas e cidades do nosso país? São Teotónio, São João de Deus ou São João de Brito valem (afectiva, popular e culturalmente) menos do que certas figuras republicanas?
Nota-se, de algum tempo a esta parte, que certas forças – atávicas na sua visão do mundo e da sua evolução – estão empenhadas em retirar os sinais da fé – seja cristã ou outra – da visibilidade pública, esquecendo-se das raízes ancestrais sob as quais está alicerçado o nosso país. Outros tentaram idênticas façanhas e deles já poucos se recordam. Bastará citar a (tristemente) célebre frase de Afonso Costa: ‘dentro de duas gerações a religião será banida em Portugal’ para percebermos que os mentores, fautores e promotores são de igual teor. Ora a esse paladino da anti-religião respondeu Nossa Senhora aparecendo, em Fátima, em 1917... pouco tempo depois da tal ‘profecia’ jacobina!
Certamente que a referência aos santos e às santas – sobretudo se forem portugueses/as – incomoda quem não tem modelos para apresentar a nada nem a ninguém. Nós, cristãos e católicos em particular, temos ‘heróis e santos, que ainda hoje são força para nossa luta de vida, pelo modo simples e frontal com que, muitos deles, viveram e se gastaram pelos outros e para glória de Deus.
Com todas as possibilidades de arrependimento acreditamos que os nossos santos e santos – que são da nossa família da fé e intercessores nesta vida – cuidarão que o combate à fé não ganhe mais esta batalha... de uma guerra que, no fundo, é contra Deus. Mas, ainda que não nos ajudem, continuaremos a servir Deus em Quem cremos, a Quem queremos e a Quem servimos... humildemente.
Para que haja lógica nos comportamentos dos actuais paladinos desta ‘nova’ façanha contra aquilo que cheire a religião sugerimos: não se aproveitem dos feriados de índole religiosa católica... e são oito no conjunto dos quinze nacionais. Não façam ‘pontes’ de não trabalho (pois de ócio mais parecem significar) por ocasião dos (ditos) ‘santos populares’ nem se espreguicem na praia ou em qualquer outro lugar, por ocasião da Páscoa, se esta nada lhes diz... Trabalhem mais e flauteiem menos... à custa daquilo que tão ardilosa, malévola e acintosamente combatem!
Aos responsáveis da Igreja Católica dizemos: não se calem e espicacem os fiéis – usando os meios que melhor discernirem em conjunto ou em cada diocese – para que se saiba, afinal, com quem (sobretudo dentro da Igreja) contamos... Se é que isto é importante para sermos sinais de Deus neste mundo!
Não se encolham/calem agora, ou, de futuro, teremos de enfrentar a possibilidade de virem a ser retirados os nomes de santos/as da designação dos hospitais, das ruas, das ermidas e talvez mesmo seja criada a impossibilidade de colocar nomes de santos e santas às pessoas, quando forem ser registadas... no civil laico, republicano e qualquer outro ‘ista’!
Publicado na Sexta-Feira, dia 04 de Janeiro de 2008, em Opinião
Sílvio Couto
Segundo o Ministério da Educação – pelo decreto-lei n.º 299/2007 de 22 de Agosto – as escolas básicas e secundárias deixarão de ter como nome identificativo qualquer santo ou santa, mesmo que seja a da denominação da freguesia. Ora acontecendo que, em Portugal, mais de trinta por cento das freguesias têm na sua denominação o nome de um santo ou de uma santa, o assunto parece que vai ser de difícil prossecução.
O decreto-lei, sobre a escolha do nome da escola, diz: «deve criar-se designações com que as comunidades educativas se identifiquem e que sejam facilitadoras da elaboração de cartas educativas, tratamento estatístico e da aplicação das novas tecnologias». Assim o patrono de cada escola deve ser «uma personalidade de reconhecido valor, que se tenha distinguido na região no âmbito da cultura, da ciência ou educação, podendo ainda ser alusivas à memória da expansão portuguesa, à antiga toponímia ou a características geográficas ou históricas do local onde se situam os estabelecimentos de ensino».
Será que alguns dos nossos santos não perfazem muitas destas características? Então, Santo António não é uma personalidade de reconhecido valor mundial? Santa Isabel ou Santa Clara não têm impacto em Coimbra? São Pedro ou São João não envolvem mais do que festejos em tantas e tantas das freguesias, vilas e cidades do nosso país? São Teotónio, São João de Deus ou São João de Brito valem (afectiva, popular e culturalmente) menos do que certas figuras republicanas?
Nota-se, de algum tempo a esta parte, que certas forças – atávicas na sua visão do mundo e da sua evolução – estão empenhadas em retirar os sinais da fé – seja cristã ou outra – da visibilidade pública, esquecendo-se das raízes ancestrais sob as quais está alicerçado o nosso país. Outros tentaram idênticas façanhas e deles já poucos se recordam. Bastará citar a (tristemente) célebre frase de Afonso Costa: ‘dentro de duas gerações a religião será banida em Portugal’ para percebermos que os mentores, fautores e promotores são de igual teor. Ora a esse paladino da anti-religião respondeu Nossa Senhora aparecendo, em Fátima, em 1917... pouco tempo depois da tal ‘profecia’ jacobina!
Certamente que a referência aos santos e às santas – sobretudo se forem portugueses/as – incomoda quem não tem modelos para apresentar a nada nem a ninguém. Nós, cristãos e católicos em particular, temos ‘heróis e santos, que ainda hoje são força para nossa luta de vida, pelo modo simples e frontal com que, muitos deles, viveram e se gastaram pelos outros e para glória de Deus.
Com todas as possibilidades de arrependimento acreditamos que os nossos santos e santos – que são da nossa família da fé e intercessores nesta vida – cuidarão que o combate à fé não ganhe mais esta batalha... de uma guerra que, no fundo, é contra Deus. Mas, ainda que não nos ajudem, continuaremos a servir Deus em Quem cremos, a Quem queremos e a Quem servimos... humildemente.
Para que haja lógica nos comportamentos dos actuais paladinos desta ‘nova’ façanha contra aquilo que cheire a religião sugerimos: não se aproveitem dos feriados de índole religiosa católica... e são oito no conjunto dos quinze nacionais. Não façam ‘pontes’ de não trabalho (pois de ócio mais parecem significar) por ocasião dos (ditos) ‘santos populares’ nem se espreguicem na praia ou em qualquer outro lugar, por ocasião da Páscoa, se esta nada lhes diz... Trabalhem mais e flauteiem menos... à custa daquilo que tão ardilosa, malévola e acintosamente combatem!
Aos responsáveis da Igreja Católica dizemos: não se calem e espicacem os fiéis – usando os meios que melhor discernirem em conjunto ou em cada diocese – para que se saiba, afinal, com quem (sobretudo dentro da Igreja) contamos... Se é que isto é importante para sermos sinais de Deus neste mundo!
Não se encolham/calem agora, ou, de futuro, teremos de enfrentar a possibilidade de virem a ser retirados os nomes de santos/as da designação dos hospitais, das ruas, das ermidas e talvez mesmo seja criada a impossibilidade de colocar nomes de santos e santas às pessoas, quando forem ser registadas... no civil laico, republicano e qualquer outro ‘ista’!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Espírito Santo

O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
• Temos, neste texto, os elementos essenciais que definem a Igreja: uma comunidade de irmãos reunidos por causa de Jesus, animada pelo Espírito do Senhor ressuscitado e que testemunha na história o projecto libertador de Jesus. Desse testemunho resulta a comunidade universal da salvação, que vive no amor e na partilha, apesar das diferenças culturais e étnicas. A Igreja de que fazemos parte é uma comunidade de irmãos que se amam, apesar das diferenças? Está reunida por causa de Jesus e à volta de Jesus? Tem consciência de que o Espírito está presente e que a anima? Testemunha, de forma efectiva e coerente, a proposta libertadora que Jesus deixou?
• Antes do Pentecostes, tínhamos apenas um grupo fechado dentro de quatro paredes, incapaz de superar o medo e de arriscar, sem a iniciativa nem a coragem do testemunho; depois do Pentecostes, temos uma comunidade unida, que ultrapassa as suas limitações humanas e se assume como comunidade de amor e de liberdade. Temos consciência de que é o Espírito que nos renova, que nos orienta e que nos anima? Damos suficiente espaço à acção do Espírito, em nós e na nossa comunidade?
• A Igreja de que fazemos parte é esse espaço de liberdade e de fraternidade? Nela todos encontram lugar e são acolhidos com amor e com respeito – mesmo os de outras raças, mesmo aqueles de quem não gostamos, mesmo aqueles que não fazem parte do nosso círculo, mesmo aqueles que a sociedade marginaliza e afasta?
Bendito sejas, Deus de luz e de vida, sopro criador e fogo de amor. Nós Te louvamos pelo dom do teu Espírito, que chama todos os povos da terra a proclamar, cada um na sua língua, as maravilhas da tua bondade.
Nós Te pedimos por todos os membros do teu Povo: torna-nos receptivos às múltiplas linguagens dos nossos irmãos e confiantes no teu espírito de unidade.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
• Temos todos consciência de que somos membros de um único “corpo” – o corpo de Cristo – e é o mesmo Espírito que nos alimenta, embora desempenhemos funções diversas (não mais dignas ou mais importantes, mas diversas). No entanto, encontramos, com alguma frequência, cristãos com uma consciência viva da sua superioridade e da sua situação “à parte” na comunidade (seja em razão da função que desempenham, seja em razão das suas “qualidades” humanas), que gostam de mandar e de fazer-se notar. Às vezes, vêem-se atitudes de prepotência e de autoritarismo por parte daqueles que se consideram depositários de dons especiais; às vezes, a Igreja continua a dar a impressão – mesmo após o Vaticano II – de ser uma pirâmide no topo da qual há uma elite que preside e toma as decisões e em cuja base está o rebanho silencioso, cuja função é obedecer. Isto faz algum sentido, à luz da doutrina que Paulo expõe?
• Os “dons” que recebemos não podem gerar conflitos e divisões, mas devem servir para o bem comum e para reforçar a vivência comunitária. As nossas comunidades são espaços de partilha fraterna, ou são campos de batalha onde se notam interesses próprios, atitudes egoístas, tentativas de afirmação pessoal?
Nós Te bendizemos, Pai, pelo novo corpo do teu Filho, que é a Igreja, e nós Te damos graças por nos teres permitido ser os seus membros, cada um na sua parte e na diversidade das funções confiadas.
Nós Te pedimos, Espírito Santo, Tu que ages em nós para o bem de todos: nós acolhemos o teu sopro; manifesta em nós a tua presença.
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.
João começa por pôr em relevo a situação da comunidade. O “anoitecer”, as “portas fechadas”, o “medo” (vers. 19 a), são o quadro que reproduz a situação de uma comunidade desamparada no meio de um ambiente hostil e, portanto, desorientada e insegura. É uma comunidade que perdeu as suas referências e a sua identidade e que não sabe, agora, a que se agarrar.
Entretanto, Jesus aparece “no meio deles” (vers. 19b). João indica desta forma que os discípulos, fazendo a experiência do encontro com Jesus ressuscitado, redescobriram o seu centro, o seu ponto de referência, a coordenada fundamental à volta do qual a comunidade se constrói e toma consciência da sua identidade. A comunidade cristã só existe de forma consistente se está centrada em Jesus ressuscitado.
Jesus começa por saudá-los, desejando-lhes “a paz” (“shalom”, em hebraico). A “paz” é um dom messiânico.
• A comunidade cristã só existe de forma consistente, se está centrada em Jesus. Jesus é a sua identidade e a sua razão de ser. É n’Ele que superamos os nossos medos, as nossas incertezas, as nossas limitações, para partirmos à aventura de testemunhar a vida nova do Homem Novo. As nossas comunidades são, antes de mais, comunidades que se organizam e estruturam à volta de Jesus? Jesus é o nosso modelo de referência? É com Ele que nos identificamos, ou é num qualquer ídolo de pés de barro que procuramos a nossa identidade? Se Ele é o centro, a referência fundamental, têm algum sentido as discussões acerca de coisas não essenciais, que às vezes dividem os crentes? Tipo: Será prata verdadeira ou falsa? Será o império de baixo mais forte que o de cima? Será a “Coroa” mais importante, que o Pão Vivo descido do Céu? Serão as sopas mais importantes que a Eucaristia?
• Identificar-se como cristão significa dar testemunho diante do mundo dos “sinais” que definem Jesus: a vida dada, o amor partilhado.
• As comunidades construídas à volta de Jesus são animadas pelo Espírito. O Espírito é esse sopro de vida que transforma o barro inerte numa imagem de Deus, que transforma o egoísmo em amor partilhado, que transforma o orgulho em serviço simples e humilde… É Ele que nos faz vencer os medos, superar as cobardias e fracassos, derrotar o cepticismo e a desilusão, reencontrar a orientação, readquirir a audácia profética, testemunhar o amor, sonhar com um mundo novo. É preciso ter consciência da presença contínua do Espírito em nós e nas nossas comunidades e estar atentos aos seus apelos, às suas indicações, aos seus questionamentos.
Nós Te damos graças, Pai, pela maravilha realizada por Jesus ressuscitado, porque Ele deu nova força aos seus apóstolos, tirando-os do medo e da paralisia, comunicando-lhes o sopro da sua ressurreição.
Nós Te suplicamos: que a tua Paz esteja connosco, por Jesus, vencedor de todas as formas de morte, e pelo teu Espírito, que é perdão e santificação.
Boas festas do Espírito Santo a todos e louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
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